Azul

Parece até o título daquele filme que ficou famosinho uns anos atrás, mas tem nada a ver.

Eu sempre fui associada a cor rosa. Talvez por ser menina, delicada, talvez por ser branquinha e a qualquer sinal de sol ou vergonha, enrubrescer, o fato é que eu sempre ganhei presentes cor de rosa: roupas, objetos, batons, etc.

O curioso é que minha cor favorita é azul. O mais curioso é que eu nunca entendi o motivo de gostar mais de azul do que rosa, por exemplo, já que era essa a cor que estava tão presente pra mim em tantos momentos.

Há alguns dias minha avó paterna me mandou uma mensagem no Whasts App com uma foto e dizendo: guardo até hoje. Era uma foto da toalhinha que foi lembrança do meu chá de bebê. Ainda me lembro até hoje de quando minha mãe me contou a história dessas lembrancinhas. O tema foi “Ursinhos carinhosos”. Naquela época não se fazia ultrassons com tanta frequência como hoje em dia. Minha mãe fez uma única ultrassom durante toda a gravidez, entre o sétimo e o oitavo mês, se não me engano. Quando ela perguntou ao médico o sexo do bebê, ele se recusou a dizer, alegando não querer criar expectativas, pois poderia ser o outro. Minha mãe então mandou fazer as toalhinhas em duas cores: rosa e azul. A que eu tenho guardada até hoje – que é da mesma cor que minha vó mandou a foto – é azul.

Parece bobagem, mas quando vi essa mensagem dela e a foto deu aquele estalo do porque eu gostar tanto de azul. Talvez seja esse o motivo. E se não era, agora é.

Divagando um pouco por aqui porque estava com saudades de escrever pura e simplesmente o que tem em meu coração. Essa rotina louca (sim, a pandemia pra mim não melhorou em nada nesse sentido) me afasta de fazer aquilo que gosto, que amo, que me faz bem. O tempinho que “me resta” priorizo ficar com meus preciosos, que ainda dependem muito de mim e que são minha alegria e conforto do dia que passou e fôlego pra encarar o dia seguinte.

E você, me conta qual sua cor favorita e porque?

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